A Revista Chico, publicação semestral do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, chega à sua 19ª edição, atenta às demandas do nosso tempo e aos caminhos trilhados nos últimos 25 anos deste importante agente da Gestão Hídrica Nacional. Além disso, a longevidade e a cultura do povo deste território também são destaques. Confira estes e outros temas abordados na edição virtual da publicação!
Em 2026, o nosso Comitê da Bacia Hidrográfica do São Francisco (CBHSF) completa 25 anos – duas décadas e meia – de construção, solidificação e amadurecimento. O verbo regente hoje é ‘integrar’, reforçando a trama entre todos os Comitês, de todos os afluentes que compõem a gigantesca bacia do Velho Chico. A palavra ‘afluente’, aliás, em sua raiz linguística, já carrega a ideia de algo que escorre, na direção de outro algo, juntando forças, formando volume: a filosofia da natureza.
Nesta edição, a CHICO traz um pouco da história de cada um dos Comitês em atividade ou em progresso na bacia do São Francisco. São 22 Comitês, fincados em distintas regiões, zelando pela saúde hídrica coletiva. Por falar nisso, em somar para garantir o futuro, a AXIA Energia, antiga Eletrobras, privatizada em outubro de 2025, também chega pregando união. Nas Páginas Verdes, Camila Araújo, vice-presidente de Governança e Sustentabilidade, repete a palavra-chave: ‘integrar’ – para revitalizar.
No passo da integração, outra boa notícia está na reportagem “Futuro Guardado”: o surgimento dos Geoparques, cuja função será justamente integrar cultura e desenvolvimento sustentável. Sem a valorização das populações locais e seus hábitos, afinal, não há caminho. Com quase três mil quilômetros de extensão, cruzando seis estados e Distrito Federal, a bacia do São Francisco é o mundo em que o velho e o novo, o moderno e o arcaico, convivem sob o sol do sertão.
Nas páginas desta CHICO, dois personagens materializam o mundo franciscano. Em “Tempo, Tempo, Tempo”, Ildeu Novais Pinto, aos 101 anos, segue tocando o sino da igreja de Paracatu, carregando a tradição. Segundo “Seu Ildeu”, como é chamado na cidade mineira, o segredo é “comer rapadura”. Já na reportagem “Deixa Chuvê”, a banda Cogulezo, de Pirapora, aterrissou no futuro, encontrando na tecnologia o jeito de fazer a cultura geraizeira cruzar fronteiras intergalácticas.
Assessoria de Comunicação do CBHSF:
TantoExpresso Comunicação e Mobilização Social