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14/11/2017

CTPPP debate projetos para a Bacia do São Francisco

A proposta de futuros estudos e projetos para o rio São Francisco foi o assunto de destaque da reunião da Câmara Técnica de Planos, Programas e Projetos (CTPPP) do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), realizada nos dias 13 e 14 de novembro, em Belo Horizonte (MG). 

Os membros da CTPPP apresentaram as propostas das fichas de execução para a criação dos grupo de trabalho dos eixos que são propostos pelo PAP. A coordenadora da CTPPP, Ana Catarina Lopes Azevedo, explicou que Plano de Aplicação Plurianual (PAP), dos recursos hídricos da Bacia do Velho Chico, para o período de 2018 a 2020 será votado na próxima Plenária. Que acontecerá em Paulo Afonso (BA), nos dias 07 e 08 de dezembro de 2017. “A CTPPP esta reunida para avançar nas discussões dos grupos de trabalho. Após a aprovação do PAP faremos os ajustes necessários nas fichas de trabalho”.

Ana Catarina acrescentou ainda que a CTPPP progrediu nas discussões sobre o cadastro de usuários da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco.

A professora da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Yvonilde Medeiros, apresentou uma posposta de vazão negociada de entrega de água ao longo da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco. Assim, será possível reduzir os déficits hídricos e as situações de conflito pelo uso da água, garantindo a satisfação plena dos usos prioritários, sem prejuízo da vazão ambiental entretanto aplicada a toda a Bacia. 

Já o representante da Secretaria de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos de Sergipe (SEMARH), Pedro de Araújo Lessa, mostrou uma proposta sobre segurança de barragens. O objetivo é acompanhar e divulgar a situação da implementação da política de segurança de barragens na Bacia do Rio São Francisco. 

Estiveram presentes na reunião a coordenadora da CTPPP, Ana Catarina Lopes Azevedo; Pedro de Araújo Lessa, da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos de Sergipe (SEMARH); João Machado Gonçalves, da Associação dos Fruticultores da Adutora da Fonte (AFAF); Anselmo Barbosa Caires, da Associação dos Condutores de Visitantes de Morro do Chapéu; Márcio Tadeu Pedrosa, do Consórcio dos Municípios do Lago das Três Marias (Comlago); Yvonilde Medeiros, da Universidade da Bahia (UFBA); George Gurgel de Oliveira, do Instituto Ecoengenho, bem como os diretores da Agência Peixe Vivo, Alberto Simon e Ana Cristina da Silveira.

Veja fotos da reunião

 

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Como definir indicadores? 

No segundo dia da reunião da CTPPP (14 de novembro), os participantes puderam assistir a uma apresentação de Carlos Schauff, diretor financeiro do Instituto Paulista de Excelência da Gestão (IPEG), que mostrou como definir e medir um sistema de indicadores.

Carlos Schauff

Em poucas palavras, os indicadores são referências quantitativas ou qualitativas que servem para indicar se as atividades de um projeto estão sendo bem executadas (indicadores de processo ou desempenho) ou se os objetivos foram alcançados (indicadores de resultado e de impacto). 

“Os indicadores podem ser grandes aliados da coordenação dos projetos do CBHSF. Os indicadores de processo podem revelar se o projeto está indo na direção certa ou se necessita de ajustes ou mesmo mudança de estratégia para voltar a caminhar rumo aos seus objetivos. A grande pergunta é: Como medir o sucesso?”, esclarece Cláudio Schauff.

 

Texto e fotos: Luiza Baggio

 

 

 

 

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